Às vezes a gente não sabe explicar as coisas. E me peguei pensando, se uma criança me perguntasse tudo aquilo que não faz sentido ou eu não sei responder para mim mesmo. O que eu falaria? Bom, a resposta é não sei!
Tomará que uma criança não me pergunte nada disso. É bem ruim chegar a conclusão de que não sabemos o porquê fazemos tantas coisas que não fazem sentido nenhum.
É neste sentido que escrevi Imensidão de Porquês.
Recomendação do Palotesia
Poetando...(Sonho Moreno)
Sonho Moreno Minha linda morena, Meu sonho vestido de mulher, Meu puro desejo sonhado, Minha vida, Meu tempo, Meu ser... Como pode...
Pesquisar este blog
Texto em Prosa...(Imensidão de Porquês)
Imensidão de Porquês
Como vai você? Existem coisas que eu sempre quis perguntar, mas nunca tive muita coragem. Hoje eu resolvi escrever...
Descobri há muito tempo, que o mundo é grande demais. Se quisesse sair correndo e dar a volta, pararia no mar. Nadar o mar inteiro não posso. Mal consigo boiar! E me diga: se pudesses nadar o mar, cruzar o oceano e chegar no mar de novo, você nadaria?
Me senti tristonho quando descobri que o mundo tem tanta comida que sobra. E me perguntei várias vezes onde sobra essa comida. Você sabe onde sobra essa comida? Onde fica até estragar? Conheço tanta gente que não come.
Quando era menino, queria ser rico! Nunca entendi direito o porquê dessa vontade. Sempre escutei tantos dizerem que se tivessem dinheiro poderiam fazer tantas coisas. Eu sempre quis fazer tantas coisas... Queria mudar o mundo, fazer alguém feliz, andar de bicicleta e ter um balanço para gangorrar. Aí descobri que houve um dia que não existia dinheiro. E agora existe dinheiro. Hoje eu trabalho, para ganhar dinheiro. Hoje mesmo nem dormi de trabalhar. Me responda: Por que tem dinheiro que vale mais que o meu? O moço do triciclo tem menos dinheiro, mas é mais feliz que eu.
Eu poderia trabalhar um dia com cada coisa. Poderia fazer muita coisa mesmo. E sei de gente que faria até mais pra ser feliz. Por quê a gente tem que ser triste e fazer tudo igual? Você acha mesmo que desse jeito é o melhor jeito?
As pessoas fazem dinheiro, para pagar gente, para fazer coisa, para fazer dinheiro. Isso também não faz sentido pra você? O que uma pessoa faz com vários bilhões se ela não poder fazer os outros rirem?
Você também quer fazer os outros rirem? Pois então vou fazer um pedido: se quiser fazer uma nave, mudar de planeta e começar tudo de novo, me convida pra ajudar?
Poetando...(Parcimônia)
Parcimônia
A cautela
Acautela
A cautela
Do meu ser.
Pouco passo
Passo pouco
Pra explicar
O que sinto.
Meu estandarte de verso
É stand
De arte
Pro meu medo.
Para a aflita
Aflição
Desse doutor
Cautelo, digo:
Parcimônia, meu caro...
No carro,
Na moto
E em teu coração.
A cautela
Acautela
A cautela
Do meu ser.
Pouco passo
Passo pouco
Pra explicar
O que sinto.
Meu estandarte de verso
É stand
De arte
Pro meu medo.
Para a aflita
Aflição
Desse doutor
Cautelo, digo:
Parcimônia, meu caro...
No carro,
Na moto
E em teu coração.
Poetando...(Túnel)
Túnel
Percorre
Percorre
E passa
Passa.
No trilho da vida
Minha vida sem graça.
Percorre
Percorre,
Adianta
De nada
O tempo vai
E a escuridão não passa.
Anda
Anda,
Vai-te
Embora.
Que a luz que se vem
Seja um pedaço do céu.
Percorre
Percorre
E passa
Passa.
No trilho da vida
Minha vida sem graça.
Percorre
Percorre,
Adianta
De nada
O tempo vai
E a escuridão não passa.
Anda
Anda,
Vai-te
Embora.
Que a luz que se vem
Seja um pedaço do céu.
Poetando...(Prolongamento de mim)
Prolongamento de mim
Ontem chorei...
E do choro engoli sal,
Lágrima e parte de mim.
O desespero que me aflige,
Dói-me há tanto,
Que de certo:
“Já me acostumei com a dor”.
E já não tenho respostas
Desvios,
Ou fugas.
O meu rosto jovem
Aos poucos
Se constata rugas.
Do meu coração singelo
A nobreza
Se esvai.
E a minha vida?
Essa: se entristece
E se vai.
Ontem chorei...
E do choro engoli sal,
Lágrima e parte de mim.
O desespero que me aflige,
Dói-me há tanto,
Que de certo:
“Já me acostumei com a dor”.
E já não tenho respostas
Desvios,
Ou fugas.
O meu rosto jovem
Aos poucos
Se constata rugas.
Do meu coração singelo
A nobreza
Se esvai.
E a minha vida?
Essa: se entristece
E se vai.
Revivendo....
Olá queridos e queridas! Ultimamente o hiato tem se estendido por muito tempo, mas de certa não é má vontade, muito menos malevolência. Fato é que deixo hoje algumas poesias. Não gosto de ver um mês acabando sem nem ao menos uma postagem, melhor então duas. Espero só recuperar de certo a inspiração. Mas enquanto ela não volta por inteiro, por que vocês não voltam a ler o Diário Branco?
Poetando...(Fim do Mundo)
Fim do Mundo
Não tive a glória
De acabar com o mundo,
Não tive a sorte
Do infortúnio...
E se o mundo não se foi,
Da certa não foi meu amor,
Que continua aqui
De certo guardado
E curado
Pela mesma pessoa.
Poetando...(Livro)
Livro
Queria escrever,
Mas sair destes versos.
Me marcar em teus olhos
Com um conto trigueiro.
Queria contar uma história
Dentre todas essas que penso,
Mas meus personagens se vão
Com certo desespero...
Guardar da vida
Cada verso...
Juntar frases,
Montar parágrafos.
Texto,
Capítulo,
Título,
E enfim:
Vida.
Poetando...(Alagados)
Olá Palotetes!
É tão bom postar coisas! Tinha me esquecido que felicidade era vir aqui tirar alguns minutos para escrever para sabe-se lá quem ler...
Hoje vou postar uma poesia muito legal. Ela se chama Alagados e não foi feita agora. Ela foi feita há um bom tempo. Mais precisamente dia 03/03/2011. Ou seja, tem bastante tempo. Mas mesmo velha ela com certeza vai fazer vocês lerem rapidinho. Espero só que não chorem.
Alagados
Água toda,
Água funda,
Água doce,
Doce Água suja,
Suja de amores,
De ódio e preguiça,
Suja de fatos inglórios
De uma gloriosa vida.
Água que desce
Salgada de perene,
Água que toca
O coração da gente.
Que vem pelo queixo,
Descendo a bochecha,
Que molha a barba,
Embaça vista.
Água que pula do queixo
Despenca e cai.
Goteja meu choro
Que nunca se vai.
Poetando...(Apreciador de nuvens)
Olá Palotetes!

Não sei se vocês reparam nas nuvens. Eu reparo ás vezes, muito menos vezes que eu gostaria. Mas reparo. Boa parte delas chamam-se Lucas, mas vocês ficarão sedentos para descobrir o porquê disso. Posso dizer apenas que mais alguém sabe e isso não é uma maluquice singular. Afinal, mais que um é plural. Tem gente que sabe até o que é uma Cirrus uncinus.
Por conta disso espero que gostem de Apreciador de nuvens e que olhem mais para o céu, sem ser pra pedir pra ganhar na mega-sena... Mas podem pedir isso também.
Apreciador de
nuvens
Para o branco dou nomes,
Paula,
Àquele Tarso,
Ou Lucas,
Corre coelho
Que a onça vem vindo
Esconde na árvore
Que está atrás do menino.
Olha essa onda,
Cadê sua praia?
Olha o morro,
Atrás do rosto,
Daquela mulher.
Quem será ela?
Será que está ali há muito tempo?
Será que conhece Deus?
Assinar:
Postagens (Atom)