Recomendação do Palotesia

Poetando...(Sonho Moreno)

Sonho Moreno Minha linda morena, Meu sonho vestido de mulher, Meu puro desejo sonhado, Minha vida, Meu tempo, Meu ser... Como pode...

Pesquisar este blog

Momento Bate Pronto...(Cabeça Vazia)

Olá Palotetes.

Hoje, enfrentando um zero hora, tive uma pequena inspiração e por isso posto pra vocês um momento Bate Pronto chamado "Cabeça Vazia". Não estou conseguindo pensar muito hoje, acho que minha cabeça se bloqueou para evitar pensar em certas coisas que andam acontecendo. Uma boas, outras não tão boas e algumas bem ruins. E enquanto minhas sinapses entravam em operação padrão junto com meus neurônios, tocava Rita Lee e logo depois Tom Jobim e Elis, com "Águas de Março". Rita Lee gerou um momento musical o resto, gerou isso:

Cabeça Vazia


Minha cabeça está assim:
Vazia, sem nada que
De nada presta e faça
Fazer algo prestável

Tum
Tum
Tum

O grave da música do rádio
Ressoa, bate e volta.
O meu ouvido vibra
Meu tímpano soa
Balança junto com a onda.

E meu ouvido está aberto,
Minha cabeça não!
Sinto que sou vácuo de idéia
Tal que não propago som.

Entra por uma orelha,
Sai por outra,
Mas isso nem é verdade,
Mas é metáfora que serve.

Momento Musical #7



" Como vai você?
Assim como eu
Uma pessoa comum
Um filho de Deus
Nessa canoa furada
Remando contra a maré
Não acredito em nada
Só não duvido da fé..."
Rita Lee - Nem luxo, nem lixo

Balanço - (Diário Branco)

Alice está enamorada. E sinto não querer falar sobre isso.

Falácias - (Diário Branco)

Não sei bem o que acontece por esses dias. Alice está diferente. Está uma graça, diga-se de passagem. Nossa intimidade aumentou em galopes. Hoje me sinto bem em contá-la sobre meu humor e meus sentimentos, sendo que antes apenas analisava e julgava o que da vida dela acontecia. Intimidade é quando sem saber, você sabe o que a pessoa quer e vai fazer.

Estamos rindo juntos. E fico feliz em ter atingido meu objetivo algumas vezes durante esses anos. É bom compartilhar momentos assim.

Tempestade - (Diário Branco)

Fim. Esforcei-me para que o marasmo não acabasse. Tentei. Mas meu presságio era válido. Contudo Alice não está mal como imaginei que estivesse. Sobreviveu bem a todo o processo. A carência é normal. E não, não estive ao lado dela prontamente. Não é meu dever servir de consolo. Um consolo em horas como essa é uma porta aberta para a confusão dos sentimentos. Feridas de amor devem ser curadas pelo tempo.

Mas será divertido poder sair por aí sem correr o risco que ter um boneco vudú meu sendo espetado. Um risco que amigos próximos de mulheres comprometidas correm.

Marasmo - (Diário Branco)

Alice está feliz. Alegro-me de ver em seu rosto o sorriso pelo qual busquei desde o primeiro dia dela em minha vida. Ela consegue andar com paz. Observar as coisas sem pressa. Isso é sinal de tranqüilidade e de alegria. Quem está alegre posterga, adia, não corre. Ou se corre, é só para chegar mais rápido e postergar, adiar e não correr mais. Uma forma de segurar pela preguiça os momentos bons.

Esse sinal de marasmo é uma forma inconsciente de se preparar para uma tempestade.

Presságio - Diário Branco

Alice voltou, como disse, mas Alice vai terminar. Não sei quanto tempo irá durar esse presságio, mas ela vai terminar. Namoros curtos acabam facilmente. Namoros longos são como parar um caminhão. Dependem do pé do motorista, dos freios e de onde vai bater. Mas acabam parando em algum ponto da estrada. Uma pena esse término. Mas gosto de saber sobre relacionamentos. As pessoas pecam em detalhes tão sutis. Tentamos suportar os problemas dos outros nos nossos próprios ombros para aliviar quem amamos. Mas cada um tem que segurar seu fardo, uma hora ou outra. A vida é assim. Faz parte.

Mas me empenho em prolongar sua vida a dois. As pessoas sozinhas estão sujeitas a várias maldades. E ficar sozinho tem vários problemas. Gosto dos casais. E tento mantê-los juntos. Eu queria que eu como casal durasse para sempre, o difícil é escolher o par certo. A voz de Alice não é sempre doce, meiga e suave. Ela, na verdade, é muito menos meiga, suave e doce do que aparece para o seu namorado. Sinto quando ela não segurar mais seu papel.

Pausa Poética

Olá! Sei que vocês estão vivendo as entranhas do sentimento humano através do diário branco. O texto está promovendo discussões filosóficas dentro dos comentários e acho isso incrível. E o melhor, cada um acha uma coisa do escritor e de Alice. Muito bom o retorno de vocês e como apreço a todos que estão acompanhando o andamento desse folhetim faço-lhes uma Pausa Poética. Esse texto é de hoje, poderia ser considerado um Momento Bate Pronto, mas não é.

O texto dessa pausa se chama "Outorga". Eu gostei dele. Muito! Muitas pessoas se apegam a idéia do amor, da paixão, do ódio. Falam dos gostos dos seus amigos, mas é muito difícil conhecer alguém sem Outorga deste. Se você não sabe o que é outorga, clica aqui. Boa leitura!

P.S.: Vai junto mais um pedacinho de Diário Branco.

Au revoir,

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.


Outorga

Lhe concedo o bem
O bem que detenho em maior posse,
Lhe concedo o que
Queria que mais seu fosse:

Não é meu desejo,
O meu jeito torto
De fazer desdém,
Não é nada comprado
Liquidado,
Por outro alguém.

Lhe outorgo o direito
De saber quem sou,
De entender o sujeito
Que lhe conquistou,
Ou irritou,
Lhe amou,
Ou odiou.

Dou a ti o direito
De conhecer uma pessoa
Crua, fosca e sem detalhes
Seca e sem habilidades
A não ser viver,
Sem saber como ser.

A outorga é tua
Da concessão minha
De saber quem sou,
Pois em ti confio
A minha alma,
O meu ser.

Briga - (Diário Branco)

Chegamos a um patamar importante. As pessoas não reconhecem que as brigas são uma pura demonstração de carinho armazenado, mas não distribuído. Claro que não falo por todas as brigas, mas pelo menos de muitas. Quando gostamos de alguma forma de alguém a briga é um recurso de atenção. E queremos os olhos e os pedidos de desculpas de quem gostamos algum tempo depois, suplicando nosso perdão.

Alice brigou comigo. Vou esperar ela voltar. Eu sei que vai.

Tempo e o convívio - (Diário Branco)

Acabamos por nos amigar. Não tenho por ela muito apreço. Mas as conversas agora se prolongam. Ela fala sobre toda sua vida: do namoro ao carro. Do pai à mãe. Eu me entretenho com todos os discursos. Mesmo que essa pequena menina não seja o meu bem maior, viver as suas histórias é algo encantador. Ela se perde em um namoro inconstante. Gosta da pessoa que ela quer que ele seja e não da pessoa que ele é. Uma pena os casais cobrarem mudanças um dos outros. Um pena as pessoas serem outras para conquistar. O amor devia ser uma união de vidas e não uma interseção, como tem sido há anos.

Os dias têm passado rápido. Não tenho escrito muito sobre Alice, pois nada incrementa do que já sei dela. As conversas são derradeiras e monótonas. Nada invade a vida dela que eu não conheço. É bom saber do trabalho e como se sente no estudo. Nada perfeito, mas nada que fuja do normal que todos nós sofremos. Alice é frágil. Sua carapuça durona e forte não existe pra mim desde o dia que decidi segurá-la em meus galhos em meio aqueles olhos vermelhos de dar dó. Mas faz bem para ela se sentir e parecer forte. Mas será amargo quando tiver de chorar de novo.

Grupos (Diário Branco)

Fomos escolhidos para elaborar um trabalho. Pouco importa pra mim o tema e o assunto. Insistem em criar mecanismos forçados de interagir pessoas que não se comunicam. Não percebem que apenas emparelham mais as pessoas que se gostam. Mas Alice veio ao meu grupo. Ela crê que me deve algo. Melhor agora com seus problemas, que não sei quais foram. Mas ela não me deve nada. Ela mesma se trouxe de volta. Para as pessoas de bom coração, a tristeza alheia é tão forte que sobrepomos a nossa própria tristeza em prol da dos demais. Uma beleza que o ser humano ainda guarda no seu inconsciente.

Psicologia Reversa - (Diário Branco)

O humor de Alice não melhorou muito, mas consegui uma forma de tapeá-lo com discrição. Creio que por simpatia as minhas tentativas de deixá-la feliz, Alice adquiriu algum carinho primitivo por mim. E a minha tristeza a incomoda a ponto dela esquecer a sua por alguns instantes do dia, em prol do meu sorriso. E ela se esforça com graça. Não chega a ser sacrifício essa pseudo-tristeza. Esse tempo todo sem graça e com poucos colos… Não será problema fingir tristeza por alguns dias para tentar trazê-la de novo ao mundo dos risos. Acho graça das tentativas desengonçadas de contar piadas e me surpreender de formas tão simplórias. Aqueço-me com a lisura atropelada de suas tentativas de me reaver à felicidade. Mal sabe ela que ela mesma se reorganiza pelo meu falso bem, que na verdade é o dela.

Acaso - (Diário Branco)

Olá diário. Sei que não faz muito sentido o que vou escrever. Não tenho a menor intenção de falar de mim mais. Ela chegou em prantos ontem. Não sei bem o que aconteceu. Do seu olho escuro só consegui ver vermelho e mais vermelho. Nunca fez muita diferença o que ela sentia ou deixava de sentir todo esse tempo. Mas hoje me senti impotente e totalmente empenhado a tirar um sorriso daquele rosto branco. Mas os dentes grandes não se deixaram a mostra nenhuma vez no dia de hoje. Quis cuidar dela como de minha irmã. Mas não consegui. Acho que não sou muito bom para fazer de alguém uma pessoa feliz. O que chega a ser uma pena, pelo tanto que me esforcei.

A presença dessa moça, que chamo Alice, não existia. Das suas piadas aos seus sobressaltos nada interferia na minha completa introspecção pessoal e social. Em meio a tanta gente que insiste em ser alguém, eu sempre preferi passar despercebido. É tão bom ser arbusto em meio às árvores de copas.

Mas o acaso colocou um ninho em meus galhos. E estou decidido a cuidar.

Novidades!

Olá! Pra quem viu o meu último vídeo com o áudio absurdamente baixo, deve ter visto que eu fiquei de colocar um texto grande, novo e que eu achei legal, aqui no Blog.

Pois bem...

Vamos brincar de novelinha. Nos próximos dias eu colocarei os pedaços, que na verdade são os pequenos capítulos, da minha inocente historinha. A historinha se chama Diário Branco. Branco, por que eu pensei em um diário em branco quando comecei a escrever, fato que fez todo sentido pro título da história, pra mim. O texto fala de um eu, que não sou eu exatamente, antes que vocês achem qualquer coisa, que escreve um diário falando de uma outra personagem: Alice.

Eu espero que vocês curtam e espero que dêem retorno do texto. Eu fiquei uma madrugada inteira escrevendo-o. Espero que tenha algum proveito pra alguém que não pra mim. E por mais que as vezes possa parecer, não é um romance entre os personagens. Na verdade, o que há entre os dois fica a cargo do coração de cada um de vocês, assim como o que achar dos nossos amores fica a cargo de cada um de nós. A idéia é exatamente deixar que vocês escolham o fim de vocês.

Beijos pra quem devo Beijos,
Abraços pra quem devo Abraços,

Au revoir.

P.S.: O poeta de vocês tem uma nova inspiração agora. =D ;)

Iniciais de Valor

Iniciais de valor.

Antes que eu dissesse:
Louca
Insistiu você que eu pensasse mais.
Não estava certo do que eras pra mim:
Especial, ou algo mais?

Larguei a razão quando pensava
Imitei os loucos por gostar de ti.
Mudei os rumos da minha vida
Acreditei que tua amizade me faz feliz.

Arte da Depressão.

Olá Palotetes!

Eu já disse algumas vezes que a depressão é uma arte. Ser uma pessoa depressiva, apesar dos males que isso possa significar, é um estado de arte muitas vezes sublime, apesar de trágico. Não estou triste, nem depressivo, mas essa poesia trata de como o ser. Ela data de 27/02/2009 e provavelmente eu estava bem depressivo nesse dia.

Au revoir.

Arte da Depressão


Música ao fundo
Que fale de amor
De dor sem motivos,
Ou com motivos românticos.

Qualquer história dessas
Que comovam
Que façam bater solene
Meu coração.

Pensamentos altos,
Nas coisas que não foram,
Que não hão de ser.
O que você é
E não quer ser
O que você quer
E não vai ser.

Acontecimentos irreparáveis
Frases ditas
Que não voltam.
Frases não ditas
Que fizeram tanta diferença...

Desfaço o sorriso
Alinho meus lábios para baixo.
Riso máximo de lábios paralelos ao queixo.

Perguntar pra quer ser feliz,
Pra desaguar em tristeza.
Que seja infeliz perpetuamente,
Economiza-se batidas de coração

Adrenalina...

Amor...

Quem sabe alguém não faz um uso melhor.

Paralelo

Olá Palotetes!

Hoje tem poesia direito, depois de muito tempo. Para alguns a poesia de hoje vai fazer sentido. Para outros, não vai fazer nenhum. Mas espero que cada um de vocês encontre o seu sentido, próximo ou não do meu, ao ler Paralelo. Não sei se conhecem a definição exata de Paralelo, mas para muitos o Paralelismo significa não intersecção. Mas essa é uma noção derivada de um outro ponto de vista: objetos que estão na mesma direção, se movem paralelos.

=D

Espero que isso ajude a entender ou ler o poema com olhos próximos dos meus. E se você quer ver a definição de paralelismo (Geometria), clica aqui


Paralelo

Lado a lado como curvas
Que nunca vão se tocar,
Lado a lado com o horizonte
Quando junta com o mar.

Num abrir de olhos
Vejo o lado
E as estrelas
Paralelo a ela.

Contei por alto os pontos
Esses que iluminam o céu,
Senti conforto,
Senti calma
De estar ali ao léu.

Os meus dedos
Não desprendem do teu cabelo,
Minha boca
Mal sabe voltar da tua.

Coincidência?
Sem querer?
Querendo...
Paralelo
Elo.

Momento Bate Pronto... (Metalinguagem)

Olá Palotetes!

Acho que vocês não devem saber, como eu mesmo não sabia, que hoje (14 de março) é o dia nacional da poesia. E o Palotesia não poderia de forma alguma deixar que essa data passasse em branco pelo Blog. Então, com um dia mais que especial e com muito prazer eu retomo as postagens do meu querido e amado Blog de Poesias, que não tem só poesias. Para comemorar a minha volta e o dia da Poesia eu volto com um "Momento Bate Pronto".

Para quem apareceu por aqui há pouco tempo, o "Momento Bate Pronto" é uma poesia instantânea, digna de ser postada diretamente no Blog, ou por que faz algum sentido (Como hoje), ou por que ela foi inspiradora e sem motivos que surgiu. É diferente quando você vai até a poesia de quando a poesia vem até você. Os "Momentos Bate Pronto" são poesias do segundo caso.

Curtam comigo "Metalinguagem". E pra quem não sabe o que é metalinguagem, clica aqui.


Metalinguagem

E se fez um dia versado
Que conta o canto do solitário
Em poema,
Metáfora
E ironia fina.

Hipocrisia chula
Requintada,
Com o brio que a palavra dá.

Poesia marota,
Poesia turva,
Poesia minha
Que descreve amor.

Saúdo o seu dia,
Sua data
E sua presença.

Que faz do meu amor
Um sonho que posso sonhar,
Que faz do meu sonho
Algo que eu possa contar
E que com verso e rima,
Escrevo a minha vida,
Para que eu possa gravar.

Com licença.

Espero que entendam
Que o coração as vezes dói,
A lágrima cai
E não se quer muito falar.

Peço licença pra sair
Me despir em mim
Para eu mesmo ver
Ou tentar ver quem sou.

Obrigado pela atenção
E pela falta de pressa,
Pelo tempo perdido
Vendo minhas peripécias.

Por dizerem com carinho
O quanto ficou bom,
Admirarem esse menino
Que tentou ter som.

Com licença meus entes,
Meus bons e meus maus.
Peço licença a todos
Para poderes dar-lhes tchau.

Com licença...

Olá!

Vim pedir um tempo. Na verdade vim comunicar um tempo. Caminho para quase um ano de Blog. São precisamente 9 meses e alguns dias de Palotesia. Durante esse tempo eu postei em versos o meu coração, a minha cabeça e tudo que senti em pouco mais de três anos de escrita. E eu me entretive. Eu não venho lhes dizer adeus, venho lhes dizer tchau, até mais, até logo. Não posso postar o que tenho escrito nos últimos dias. Não quero postar o que escrevi há um tempão atrás. Quero pensar. Ficar off line, sei lá. E acho que devo explicações pra quem construiu comigo esse blog. Eu voltarei em breve com postagens, assim que o coração estiver mais sereno e a cabeça menos confusa. Afinal, eu nunca disse que era legal, simpático e romântico. Mas isso não quer dizer que não seja.

E nada mais que natural que pedir um tempo versando; fiquem com "Com licença...", espero que gostem, espero que não deixem de ler o "Vamos um pouco mais devagar?", nem o "Quase tudo Quase nada", nem o "Paraque parque te quero" - E claro, COMENTAREM!...

E espero que vocês estejam aqui quando eu voltar. Aproveitem para ler o que não leram, entender o que não entenderam e sonhar o que não sonharam comigo, todo esse tempo.

Beijos pra quem devo beijos,
Abraços pra quem devo abraços,

Au revoir,

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.

Momento Musical #6

"Não tenho pra onde ir,
Mas não quero ficar."


Novos Horizontes - Engenheiros do Hawaii

Vamos um pouco mais devagar?

Olá,

Eu espero que vocês curtam o que eu vou postar hoje. Tenho um grande amigo (metaforica e literalmente) que também escreve. E depois de muita insistência ele fez um blog e começou a postar as suas obras. O blog está no comecinho, mas eu espero muito que continue...

Foram poucas postagens, mas gostei bastante dos dois primeiros textos. E para vocês que entram no Palotesia, espero que vocês apreciem poesias e não apenas o fato de ser eu o postante. Por isso conclamo visitas ao "Vamos um pouco mais devagar?".

E por favor, comentem ao menos no Blog do Sadraque, já que não comentam no meu.

Beijos pra quem devo beijos,
Abraços pra quem devo abraços,

Au revoir,

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.