Recomendação do Palotesia

Poetando...(Sonho Moreno)

Sonho Moreno Minha linda morena, Meu sonho vestido de mulher, Meu puro desejo sonhado, Minha vida, Meu tempo, Meu ser... Como pode...

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Nova Cara...

Olá Palotetes!

Estou cansando um pouco da cara desse Blog. Minha criatividade está baixa, mas fiz algumas pequenas modificações no layout do nosso Blog. Agora vocês podem ver as postagens mais populares do Blog, os Seguidores e os Blogs que eu sigo à sua esquerda, logo embaixo do calendário de postagens. São alterações bem simples, mas que ajudarão vocês a navegarem pelo Palotesia de forma mais rápida. Depois analisarei novidades melhores.

Beijos pra quem devo beijos,
Abraços pra quem devo abraços,

Au revoir.

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia

Momento Musical #5

Olá Palotetes!

Estou de volta para postar um momento musical para vocês. Estou de bem com a vida, estou de vento em popa, mas não é Xuxa que será o meu momento musical de hoje e sim Skank. Deixo com vocês "Tão seu", ou pelo menos partes especificas dessa bela música. E por favor não confundam as minhas passagens como uma mensagem subliminar. Apenas curtam a música, como eu estou curtindo, pensando em alguém...

"Sinto sua falta
Não posso esperar
Tanto tempo assim
O nosso amor é novo
É o velho amor ainda e sempre...

Não diga que não vem me ver
De noite eu quero descansar
Ir ao cinema com você
Um filme à tôa no Pathé...

(...)

Não diga que você não volta
Eu não vou conseguir dormir
À noite eu quero descansar
Sair à tôa por aí..."

Skank - Tão Seu

Intertextualidade de um mesmo autor.

Na verdade já não importa mais
O quanto tempo do tempo passa,
Meus minutos são unicamente meus.

Perdi o pouco da minha alma,
Que já nunca foi muito,
Me deprimindo
Por dentro,
Por fora,
De um lado,
Do outro.

Contei dias,
Horas,
Meses.

Passou Primavera,
Verão,
Outono,
Inverno.

No carnaval não fui feliz,
No verão não fui à praia.

Não senti o mar,
Não senti as ondas,
A brisa,
O sol.

Tanta gente num lugar só
E eu perdido,
Um estranho retinto,
Quieto, cego em meio
A todos que não me dei conta
Que ali estavam,
Pois pra mim,
Como dantes,
Estava pra sempre só.

Sabes o que sou sem ti?
Só.

Sonho macabro em troca de horário.

Esta noite sonhei.
Na verdade não chamaria
De sonho o que tive essa noite.

Mesmo que estivesse
Em meus pensamentos
E os sentimentos que tenho
Sejam os mais belos,
Sonhar com você não trouxe
Nenhuma alegria.

Se um passo dava,
Dois você se afastava de mim.
Se corria, o efeito era duplicado.

Imagine a sensação de ter
Em minha frente,
De olhar nos teus olhos,
Estar ao teu lado,
E não poder tocar-te.

Remexi várias vezes.

Essa noite durou mais
Que o de costume,
Voltava o horário de verão.
Uma hora a mais.
E um sonho terrível,
Com mais uma hora para durar.

Cada aperto que senti
Nos minutos que passavam.
Ao contrário dos sonhos bons,
Cada minuto era eterno
E não frenético
Como em noites boas.

Não conseguia acordar.
Estava exausto.
Não sei se de te buscar
Em fictícias fantasias
Macabras,
Ou se do longo dia inútil
Que desempenhei
Todo o sábado.

E você.
E eu parado a te olhar.
Longe, distante.
“Não se afaste de mim.”

Em cada olho uma lágrima.
Seca, que mal chegou ao queixo,
Por percorrer os entremeios do
Meu rosto barbado, sisudo,
Austero, infeliz.

Sabes que sou míope.
Não consigo ver teus detalhes de longe.
Seus olhos, tua boca,
Ou o que quer que se julgue belo.

Defeitos da minha visão não faltam.
Pra mim és naturalmente distorcida,
Um único vulto esticado, ovalado,
Mas a beleza que vejo em ti sai de
Outros sentidos.

De um sexto, um sétimo ou um oitavo.

Pelo seu jeito,
O tom de sua voz,
A repetição de suas palavras.
As vezes que se cala.
Ou mesmo como respira,
Pisa...

Talvez os sonhos sejam
Uma espécie de sentido,
Que incorpora verdades
Em meio místico.

Olhei o relógio algumas vezes.
É obvio que horas não passavam.
É claro que ao contrário das boas coisas,
Facilmente voltava a dormir
E te ter em mente.

Dormi mal.
Pessimamente mal.
Ouso dizer que sua companhia
Foi infeliz está noite.

E o lençol enrolava meu pé.
O calor do edredom...
Os carros que não sei o que faziam
Àquela hora da noite na rua.

Barulho, calor, você,
O tecido do colchão,
Os pés fora do cobertor,
O frio de fora, o quente por dentro,
Sem posição, sem jeito de dormir.

O despertador tocou.
Levantei.
Mal dormi está noite.
Sono não faltava para voltar à cama,
Atrasar o início do dia.
Mas não queria mais sonhar com você.

Poetando...(Aliteração)

Aliteração


Amor morreu de mar,
Afogou o fogo da paixão
No chão do mar
E o marasmo amassou
E sossegou.

Só sei que se
Soltarmos essas sandices
Serei sem sentido
Sem rumo
Perdido.

E se passou o passo
Longo longe da loucura
Que caminha cá
Calada,
Comigo,
Amigo
Me ajuda?

Socorro,
Só corro,
Corro só,
Só correrei
Só sei,
Que sei ,
Que não sei.

Detalhes...

Olá!

Serei breve hoje, pois meu humor está ralo. Hoje lembrei de uma figura de linguagem interessante e gostosa de usar. Difícil, é fato, usá-la com sentido no meio de um texto, mas me esforcei. Fica com vocês o poema "Aliteração". E fica com vocês também mais dois poemas da ordem cronológica. E se você não sabe o que é aliteração, clique aqui.

Au revoir,

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.

Momento Bate Pronto...(Kativa)

Acabo de chegar de Curitiba. Uma viagem que compensou a viagem de Foz, que foi boa, mas lotada de problemas. Paz, sossego, noite virada, risos, gargalhadas, pessoas novas e sentimento de saudade. Mas saudade boa. E em meio as essas duas viagens eu deixo pra vocês um momento bate pronto. Bem bate pronto, por sinal, feito no editor de texto RTF do Macbook, sem edições, correções ou mesmo lapidação. Pensamento puro, temporizado em linhas vazias e versos.

Beijos pra quem devo beijos,
Abraços pra quem devo abraços.

Au revoir.

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.


Kativa


Cativo, cativa, cativas,
Da vida cativar no infinito-tivo,
Pra sempre.

E que sempre, pra sempre
Contente.

Com cabelo em meio aos dedos,
Um sono que não vem
E não passa.

Não vem
E não passa.

Ah essa vontade.

Afundar no azul
Confundindo em verde.

Confundido.
Confusão,
Da confusão cativo
Cativa,
Cativas,
Cativei.

Rapidinhas... #1

Olá Palotetes!


Hoje começo com a mais nova modalidade de postagem do Blog Palotesia. Vocês já conhecem os momentos musicais que foram copiados do Quase Tudo Quase Nada e conhecem os Momentos Bate Pronto próprios do Palotesia. Hoje inauguro as "Rapidinhas" que foram incentivadas pelas postagens de um outro Blog. As Rapidinhas serão poemas curtos, quase suspiros de pensamentos, que normalmente virão em debandada. Três, quatro, talvez mais, pequenos poemas e que para alegria de vocês acabaram de sair da forma. Espero que gostem dos meus suspiros de pensância.

Beijos pra quem devo Beijos
Abraços pra quem devo abraços,

Au revoir.

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia


RAPIDINHAS


Paixão

Em meio a tanto calor
Em mim fervia mais
Mais uma paixão.


Nota mental

E não desprega da minha cabeça
Esse seu rosto ovalado
Bonito que só ele.

Chata

Por que insiste em contaminar meu mundo
Com esse teu perfume?

Sono

Queria dormir,
Mas escrever é tão bom.

Partilha

Dividi meu coração.
Morri de amor.
De quem é a herança?

Verão

Esse calor está me derretendo.
O suor não vai embora,
A roupa fica grudada
E você nem sente frio
Pra buscar meu abraço.

Em breve...

Galerinha do Palotesia!

Estou organizando postagens, separando algumas idéias e aprendendo a mexer com um novo editor de vídeo e com a câmera do MacBook pra poder dar uma atualizada no Blog. Espero ter tudo devidamente no lugar daqui dois dias. E espero que vocês gostem do que vem por aí.

Beijos pra quem devo beijos,
Abraços pra quem devo abraços,

Emílio Palote Santos -
Blog Palotesia.

Momento Musical #4

Olá! 

Depois de uma viagem muito bagunçada, eu finalmente cheguei em casa e voltarei a postar. E voltarei a postar em grande estilo, plagiando novamente os posts do blog Quase Tudo Quase Nada. Hoje eu postarei uma música que eu escutei voltando de carro hoje a noite. Ela é do Zeca Baleiro e é uma das melhores músicas pra se falar de amor. Fiquem com o momento musical:

"Eu não sei dizer
O que quer dizer,
O que vou dizer,

Eu amo você,
Mas não sei o quê
Isso quer dizer,

Eu não sei por que,
Eu teimo em dizer
Que amo você,
Se eu não sei dizer,
O que quer dizer
O que vou dizer."


Lenha - Zeca Baleiro